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Vereadores têm primeira reunião com Zequinha e Plínio

Incentivo a empreendimentos industriais e Santa Casa foram debatidos no encontro realizado na Câmara

Um dos temas mais explorados pelo prefeito Zequinha Kawachi (PSDB) em seu discurso de posse foi a relação entre Executivo e Legislativo. A primeira ação prática de interação entre os dois poderes aconteceu na manhã de terça-feira (14), na Câmara Municipal.

Por iniciativa do prefeito, um encontro de mais de uma hora e meia, reuniu os vereadores, o vice Plínio Próspero (PDT) e o próprio prefeito, que reforçou a intenção de firmamento de parceria e colocou-se como contato direto com os parlamentares.

A presidente Edmércia Micheletti (PSB) e os vereadores Vanderlei Araújo (PSDB), Gustavo Oliveira (PMN), Avelino Cunha (PT), Engenheiro Irani (PMDB), Mauro Guerra (PTB), Guto Biella (PV) e Lé da Muleta (PTB) representaram o Legislativo.

O primeiro tema da pauta foi o desembaraço e incentivo para empreendimentos industriais se instalarem em Itápolis.

Uma empresa do setor de alimentação, hoje instalada no distrito de Cambaratiba, em Ibitinga, pretende ampliar seus negócios e Itápolis é uma das cidades previamente escolhidas para receber a ampliação. Zequinha anunciou os incentivos que podem ser concedidos pelo município e ouviu a manifestação favorável dos vereadores.

A empresa ainda não formalizou os pedidos de incentivo, mas as negociações já estão em estágio intermediário. Um espaço com área construída de mais de 4500 metros quadrados pode ser disponibilizado, além de isenções tributárias. A empresa deve admitir, no estágio inicial de produção, setenta e cinco funcionários, com projeção para duplicação do quadro de pessoal no auge da produção.

Todos os incentivos e cessão de espaço estão previstos na lei municipal do Programa de Desenvolvimento Industrial (PRODEI).

Santa Casa
A saúde pública, Calcanhar de Aquiles das últimas administrações, foi debatida em seu órgão mais complexo: Santa Casa.

Os problemas em torno da entidade foram descritos e o prefeito anunciou a intenção de encampar o Pronto Atendimento.

As ações de urgência e emergência são de responsabilidade do município, mas são atualmente prestadas pela Santa Casa, por meio do Pronto Atendimento. O município remunera a entidade por subvenções sociais, em repasses na ordem de R$ 5 milhões ao ano, o que, comprovado pela contabilidade da entidade, fica bem abaixo dos valores pelos serviços prestados.

A proposta colocada na mesa foi a municipalização do Pronto Atendimento, com os serviços sendo prestados direta ou indiretamente pela prefeitura.

O assunto não foi encerrado e uma comissão formada por vereadores e o vice-prefeito, conhecerá casos como os de Taquaritinga e Catanduva, considerados bem-sucedidos na gestão da saúde. Após as visitas a essas cidades, uma nova reunião será marcada.

A pretensão dos agentes políticos é tomar uma decisão rápida e eficaz em relação à Santa Casa e, posteriormente, em relação à rede pública de saúde.

Fonte: Jornalismo Câmara Municipal

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