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Walter Campos: Que Sua Excelência, com todo respeito, vá pra PQP

Dois detentores de títulos nas mais altas esferas do poder, Gilmar Mendes - Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), e Rodrigo Janot - Procurador Geral da República, resolveram na quarta-feira (22), trocar impropérios em público. Janot interveio contra a afirmação de Gilmar Mendes de que seria crime por parte da Polícia Federal e do Ministério Público Federal quanto ao vazamento à imprensa de nomes envolvidos na lista da Odebrecht. Janot retrucou atribuindo as declarações de Gilmar à sua “decrepitude moral”, talvez ante à idéia de que o ministro descaradamente defenda envolvidos no lamaçal fétido que vem sendo exposto pela Operação Lava Jato, particularmente aos membros do poder, inclusive Gilmar deixa claro ser contrário à operação liderada pelo Juiz Sérgio Moro. Não obstante, Janot afirmou em altos brados entre troca de palavrões, que Gilmar sofre de “disenteria verbal”.

Depois desses efusivos “cumprimentos”, as autoridades acima evoca-nos às perguntas: O que esperar de uma alta corte (STF) onde vários ministros são nomeados pelo poder com o objetivo de salvaguardar interesses espúrios? Cuja qualificação não exprime a respeitabilidade e confiança por parte do povo, visto que tal corte deveria defender a correção e representar as tábuas da lei, ao contrário, vemos sujeitos de toga se colocando ao lado de corruptos e os defendendo na maior cara de pau?

Walter Campos, diretor geral e editor chefe do jornal Folha de Itápolis

Artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores, não refletindo necessariamente a opinião do jornal.

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